A constatação do óbvio

Dessa vez não vou falar de GALO, se você é da turma xiita que só lê de GALO pode terminar de ler aqui. Vou falar de uma bizarrice que aconteceu na noite dessa quarta na Copa do Brasil. Pois bem, sempre que posso dou aquela cutucada na torcida rival, gosto de ver elas loucas me retweetando e xingando, viciei nesse troço. Mas ontem eu vi com uma das minhas cutucadas a comprovação do que é a torcida de lá, a


O problema do Levir

Não sou bom em escrever, mas estou sem equipamento de filmagem, então enquanto o Espora não volta (voltará em setembro), vai por texto mesmo. Sempre defendi a vinda do Levir e até ontem defendia a permanência e o trabalho. Como treinador ainda acho ele bom, no futebol brasileiro é um dos poucos que reconhece o lixo da situação atual e procura melhorar. Ele é inteligente e gosto da maior parte das coletivas dele. Acredito que o problema do Levir foi


O sonho do Estádio do GALO está próximo de se tornar realidade

Sou da turma de atleticanos que fica empolgada quando o assunto é o Estádio do GALO. É uma obra tão grandiosa que os céticos teimam em não acreditar que é possível, mas a cada dia que passa estamos mais próximos do sonho. A diretoria atual do GALO com a ajuda de outros conselheiros abnegados e que também possuem esse sonho correram atrás e hoje o projeto está em fase final de aprovação e com o início da construção muito próxima.


Reformulação do elenco do GALO

REFORMULAÇÃO DO ELENCO – SITUAÇÕES DE MOMENTO: Jô – fez festa de despedida e certamente está vendido, a venda deve ser anunciada após a Copa. É importante ele ir para a Copa como jogador do Atlético e nos representar. Ronaldinho Gaúcho – ele é a exigência dos empresários chineses para a série de amistosos na China. Após a excursão deve ir para o Estados Unidos ou outro mercado endinheirado. Fernandinho – contrato suspenso, se negou a jogar o 7o jogo.


A diferença entre o “Eu acredito” do “Eu tenho certeza”

Com a frase, “Eu não acredito… Eu tenho certeza” uma certa torcida dá o tom da arrogância que a move. Move não na direção de uma bandeira, ou de uma paixão identificada com um escudo, mas na direção de um patético pedestal, muito baixo mas que ela vê nas alturas. Como nunca serão reconhecidos pela emoção, pela paixão e pela grandeza desses sentimentos, gritam empáfia, arrotam antipatia e assim esperam serem vistos como melhores. Melhores de quê? Não são e


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